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São ações tão simples que fazem a diferença na vida de uma pessoa. Susan Boyle me fez pensar assim. O que ela fez? Levantou da cadeira e disse: vou participar desse Britain´s Got Talent. Após três minutos demonstrando sua voz tornou-se a cantora mais famosa do momento e conquistou tudo o que sempre desejou: fama, reconhecimento, gravação de cds..etc etc. E, repito, o que ela fez? Ela participou de um show de TV, coisa que, hoje em dia não é tão difícil assim. Não estou dizendo que foi tão simples, mas o que importava realmente era conseguir demonstrar para o grande público o talento que ela sempre possuiu. E, juro, até hoje fico arrepiada cada vez que vejo esse vídeo!
O que quero dizer é: as pessoas precisam tomar uma atitude. Ficamos anos parados no tempo, esquecendo que a vida é tão efêmera para o ser humano quanto o é para uma formiga. Achamos que o tempo que nos resta será suficiente para realizar tudo o que queremos. Mas a questão é que não sabemos quanto tempo temos. Nem todos terão a felicidade de viver 80 anos, ou 70, ou mais um dia. A duração da vida é uma das poucas coisas sobre as quais a humanidade não tem nenhum controle. Ninguém sabe como será o dia de amanhã.
É preciso achar o meio, o talento já está em nós, não importa para o que seja, só nos falta o meio, o melhor caminho, o ponto crucial que será o estopim para o sucesso. E como é fácil encontrá-lo quando há dedicação, atenção e foco! O que acontece é que gasta-se tanto tempo em outras atividades ditas urgentes, como estudar (no sentido ortodoxo; do ensino médio à faculdade), trabalhar para ganhar dinheiro e, então, comprar coisas supérfluas que servem somente de máscara para os verdadeiros desejos que nunca serão realizados sem uma gotinha de pró-atividade. É ela quem move o mundo. Enquanto a grande maioria vive à sombra da preguiça intelectual, uns poucos, pequenos corajosos, ganham sucesso, dinheiro e outros bens não materiais simplesmente porque tiraram uma idéia, um anseio, um incômodo do fundo da mente e agiram.
Em um mundo tão vasto e populoso, nos perdemos em meio à multidão sem rumo, caminhamos todos para o mesmo lado e temos uma percepção tão limitada da vida, que não conseguimos imaginar com precisão realidades além da nossa própria cidade, alguns não conseguem sequer perceber o que está a sua volta. Somos extremamente limitados e apenas por uma razão: porque queremos. Porque é mais fácil reclamar que o mundo não nos deu nenhuma oportunidade do que levantar o traseiro do sofá e fazer ao menos um grande feito que pode ser a chave da nossa felicidade.
Em um mundo tão vasto e populoso, nos perdemos em meio à multidão sem rumo, caminhamos todos para o mesmo lado e temos uma percepção tão limitada da vida, que não conseguimos imaginar com precisão realidades além da nossa própria cidade, alguns não conseguem sequer perceber o que está a sua volta. Somos extremamente limitados e apenas por uma razão: porque queremos. Porque é mais fácil reclamar que o mundo não nos deu nenhuma oportunidade do que levantar o traseiro do sofá e fazer ao menos um grande feito que pode ser a chave da nossa felicidade.